A equipe terá 45 dias para se preparar para a Chave Ouro do Campeonato Paranaense de Futsal.
Ao contrário do que foi feito no ano passado, quando a pré-temporada foi praticamente nula, a equipe do Francisco Beltrão Futsal vai ter 45 dias para se preparar para a disputa da Chave Ouro do Paranaense de Futsal deste ano.
A maior parte dos jogadores chegou ontem a Francisco Beltrão e os treinos iniciam hoje pela manhã, comandados pelo técnico Rogério Inácio. Os únicos atletas que ainda não se apresentaram são os alas Cleonir e Dedé.
A estréia da equipe é no dia 22 de março contra o Paranavaí, fora de casa. Até lá, o time beltronense deve fazer uma série de amistosos para entrosar a forte equipe que está sendo preparada.
Do plantel já anunciado pela diretoria, duas novidades chamaram a atenção como promessas no futsal paranaense: os alas Rato e Carlinhos.
Ueliton Robson da Silva, o “Rato”, é um jovem jogador de apenas 17 anos, que se destacou no ano passado jogando pelo Matelândia. Nos Jogos Abertos, fez gols contra Paranavaí e Marechal na disputa da primeira divisão da competição. Mas sua equipe era limitada e acabou caindo para a divisão B.
Rato é natural de Braganei, a mesma cidade do pivô Aladinho, do Cascavel. “No início havia uma especulação de que o Aladinho ia acertar aqui no Beltrão. E como somos bastante amigos eu disse que queria jogar onde ele fosse. Mas o Aladinho acabou recebendo uma proposta melhor do Cascavel e, para compensar, eu segui aqui no time beltronense”, diz Rato, que tinha propostas do Cascavel e do Cianorte.
O ala-esquerda Antônio Carlos Souza de Oliveira, o Carlinhos, 24 anos, é natural de Miracatu (SP), onde começou a jogar futebol de campo como meia-esquerda. A equipe de maior expressão em que atuou foi o Juventus, mas sofreu uma lesão no tornozelo e encerrou sua carreira no campo. Então, começou a fazer faculdade de Educação Física e dar aulas de futebol em uma escolinha na sua cidade natal. “Aí eu recebi uma proposta do Itapera (SP) para jogar a Ouro do Paulista de Futsal. Mas no final do ano acabei me lesionando”, conta o jogador, que passou a atuar no campeonato paraguaio depois que se recuperou da lesão. “No Paraguai é muito mais truncado o jogo”, diz Carlinhos, que foi eleito o melhor jogador da Liga Paraguaia no ano passado. Em 2008, sua equipe estava na semifinal da competição que dá a vaga para a Copa Libertadores. “Eu vim para cá com o coração partido. Minha equipe estava muito bem lá. Mas aqui a visibilidade é maior. Vamos fazer uma boa temporada”, diz o jogador.
Uma baixa no elenco
A diretoria do Beltrão Futsal teve uma baixa essa semana no plantel. O ala Paulinho, que já havia acertado com a equipe beltronense, recebeu melhor proposta do Palotina, onde vai atuar neste ano.
Com isso, o Beltrão Futsal teve que recorrer a outro jogador, que vem para suprir a carência na defesa da equipe. Trata-se do fixo Robson, que mesclava a titularidade do Marechal Cândido Rondon com o fixo Marcelo Paulista no ano passado.
Robson, 21 anos, é natural de Foz do Iguaçu, mas iniciou sua carreira profissional no São Miguel, onde foi campeão dos Jogos Abertos e treinava com a equipe campeã estadual de 2002. Em 2004, acoplado ao plantel principal, o jogador foi vice-campeão paranaense pela mesma equipe. Nos últimos dois anos, Robson defendeu o Marechal.
Agora, atraído pelos seus companheiros rondonenses Puga, Édson e Gleyson, Robson acertou com o Francisco Beltrão Futsal. Ele já está na cidade e espera uma boa campanha no Paranaense. “Eu fui vice-campeão pelo São Miguel e duas vezes fiquei em terceiro lugar com o Marechal. Só falta o título. E isso eu quero conquistar aqui em Francisco Beltrão”, diz o jogador, que está ansioso para receber o carinho da torcida.
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