Gleyson divide bola com o juvenil Sérgio, no treino de ontem.
São nove jogadores de 17 anos disputando um lugar na equipe beltronense.
Enquanto os jogadores não atingem a plena forma física na pré-temporada, quem está tomando conta dos treinos do Francisco Beltrão Futsal são os jogadores juvenis. São nove no total. Apenas um não é beltronense: Rato, que é de Braganei. Os outros já disputaram várias competições pela região: o goleiro Emerson e os jogadores Júlio, Diego, Anderson, Sérgio, Welds, Leonir e Canhoto.
“Essa é a hora desses jogadores mostrar serviço para se firmar na equipe. Temos jogadores jovens de qualidade”, diz o supervisor do time, Alex Piva. Desses jogadores, o de maior destaque é Rato, que foi indicado pelo pivô Aladinho, do Cascavel, que também é natural de Braganei. Rato foi um dos destaques do Matelândia nos Jogos Abertos do ano passado. Outro que já tem uma bagagem invejável é o ala Canhoto, que estava jogando no Ricardinho Sports, em São Miguel do Iguaçu. Meia-esquerda no futebol de campo, Canhoto jogou o Paranaense Sub-17, jogando contra a equipe de Francisco Beltrão por duas vezes. “Eu ainda quero tentar o futebol de campo, mas vou ficar esse ano jogando futsal caso surja uma oportunidade”, diz Canhoto.
Um atleta que tem aparecido muito bem nos treinamentos e agradado o técnico Rogério Inácio é o pivô Welds, que já é conhecido no esporte beltronense. O atleta polivalente foi campeão estadual dos Jogos Colegiais nos 400 metros rasos no ano passado, representando o Colégio Alliança. Nas folgas do atletismo, Welds jogava para o time sub-17 do Francisco Beltrão, comandado pelo professor Quincas. Agora Welds partiu para o futsal, tentando buscar a sua vaga na equipe. “Eu já jogava futsal antes de ir para o campo. Disputamos muitos campeonatos com o Planeta Bola, numa fusão com o Mater Dei de Pato Branco”, conta Welds.
Jogadores da cidade
“É uma valorização dos jogadores da casa e uma oportunidade para se profissionalizarem. Nós somos obrigados a escalar dois jogadores juvenis entre os doze relacionados para os jogos. Os que quiserem essas vagas vão ter que trabalhar bastante”, diz o técnico Rogério Inácio, que, aos poucos, vai soltando mais os treinamentos com bola. Na manhã de ontem, os jogadores tiveram um coletivo com restrição de toques. “Primeiro eu fiz um treino em que os jogadores podiam dar apenas um toque na bola. No segundo jogo, eles tinham que dar, no mínimo, três toques. Esse tipo de trabalho vai disciplinando o atleta a trabalhar coletivamente e se soltar na parte individual”, diz.
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