Beltrão Futsal quer manter boa defesa

Até agora, a equipe beltronense só levou um gol na segunda fase da competição. Com a bola o fixo Diógenes, recebendo a marcação de Édson, no Arrudão, ontem.
Que o Unisep/Francisco Beltrão Futsal está com uma cara nova, a torcida beltronense já viu. E essa renovação tem sido muito importante também no esquema tático da equipe, que só levou um gol nesta segunda fase da Série Ouro e tem a segunda melhor defesa - ficando atrás apenas de Marechal, que não levou gols.Hoje à noite o Beltrão Futsal enfrenta o Medianeira fora de casa, às 20h30. O desafio da equipe é vencer e buscar não levar gols.Um dos principais responsáveis pela defesa beltronense é o goleiro Éder, que está na equipe desde o ano passado e vem se tornando um dos ídolos da torcida.

Para ele, é preciso continuar trabalhando forte para evitar de levar gols. “Se a gente tem bons resultados e baixa a cabeça, o time se acomoda. Aí vêm os erros. A gente precisa trabalhar cada vez mais pra acertar”, diz o goleiro Éder, que está em boa fase. “A boa fase vem do treinamento específico de goleiro, que dá ritmo de jogo e bom posicionamento”, comenta.Éder levou o segundo cartão amarelo contra o Umuarama, no dia 6 de maio. De lá para cá, não levou mais nenhum. “Não vou forçar o terceiro amarelo. Só vou tomar se precisar. Eu troco um cartão para evitar um gol. E se eu levar, tem o Miojo, que é um excelente goleiro, para me substituir”, diz o goleiro Éder.E o fato de ter um goleiro num nível técnico muito próximo do seu não preocupa Éder, aliás, o motiva. “Não muda nada, é bom para a equipe. Tem gente que diz que o Éder estava bem quando jogava no Pato Branco porque tinha como reserva o Paulo Lodo, e isso não é verdade. Um time precisa ter dois goleiros bons. É bom para o treino. Antes, no coletivo, dava sempre goleada para um lado. Agora, com o Miojo, o coletivo ficou mais equilibrado, e isso torna o treino parecido com o jogo, o que nos faz evoluir”, analisa.

Éder chegou a Francisco Beltrão no início do ano passado com o peso de atual campeão paranaense, jogando pelo Pato Branco. Desde essa data, o goleiro adotou a cidade como lugar ideal para se jogar. “Aqui é uma cidade muito boa de se morar e tem uma diretoria correta. Eu procuro dar o máximo de mim, pois o público sempre nos deu força. O torcedor cobra, mas isso é preciso. Se o time está mal, a gente tem que baixar a cabeça e aceitar os erros. Mas quando está bem, é bom ter o apoio do torcedor”, comenta o goleiro, natural de Erechim (RS).



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1 comentários:

Anônimo disse...

A pataiada está sempre comendo a marrecada.