Jocemar Madruga (PT), à esquerda, na reunião de ontem, ao lado do pivô Maycon e do técnico Fabinho.
O vereador César Pereira (PMDB) foi quem iniciou a discussão em relação ao auxílio financeiro. O projeto foi colocado em estudo e, mesmo assim, foi aprovado com oito votos favoráveis. César entrou com um pedido de providência no Ministério Público para que o auxílio seja suspenso. “Se o Ministério Público não achar procedente meu pedido, eu posso recorrer ao Tribunal de Contas, e este é definitivo na decisão”, argumenta César.
Segundo o vereador peemedebista, há três irregularidades no projeto: a verba deveria ser destinada ao CTAF (Centro de Treinamentos Atletas do Futuro), associação que empresta o CNPJ ao clube; o dinheiro público não pode pagar atletas profissionais; não se pode utilizar um bem público - no caso, as placas e a quadra do Arrudão - para ser explorada pelo clube - “deveria ser aberta uma licitação para isso”, diz César Pereira.
Por outro lado, os demais vereadores consideram o auxílio financeiro como uma forma de divulgação. “Essa é a forma mais barata de divulgação do município. Qualquer um pode observar quantos órgãos de imprensa estão fazendo a cobertura dos jogos do Beltrão”, disse Jocemar Madruga (PT), que tem liderado a causa em prol do futsal. Segundo ele, esse investimento tem retorno. “A verba repassada aos atletas vai aquecer a economia do município. Esse dinheiro volta em pouco tempo aos cofres públicos em forma de impostos”, analisa Madruga que, mesmo sendo um vereador de oposição, tem feito frente a um projeto de situação.
Celmo Salvadori (PP) é o vereador da situação mais entusiasmado com o esporte. “A gente sempre aprovou esse projeto, seria injusto fazer o contrário agora. Sempre apoiei o futsal e sempre vou apoiar. Sei de muitos amantes do futsal, que ficariam tristes de saber que a equipe não tem apoio”, comenta.
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